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Tocando Agora:

Há bandas que seguem caminhos… e há aquelas que constroem estradas.

Bandas que Merecem o Mundo: ROCKING RIDERS

Há bandas que seguem caminhos…  e há aquelas que constroem estradas.
Há bandas que seguem caminhos… e há aquelas que constroem estradas. (Foto: Reprodução)

Formada em 2010, em Minas Gerais, a Rocking Riders nasceu com uma proposta que vai além do peso e da velocidade: contar histórias. Histórias que atravessam o tempo, exploram guerras, conflitos humanos e refletem sobre a própria natureza da existência — sempre embaladas por riffs fortes e uma identidade marcante dentro do Heavy Metal nacional.

Desde os primeiros passos, ainda no início da década passada, a banda mostrou que não estava ali apenas para tocar, mas para deixar um registro. A vitória no Garagem Festival em 2013 foi um dos primeiros sinais de que aquela jornada ganharia força — e logo viria o primeiro grande capítulo dessa história: o álbum Rock In The Night, lançado em 2015, consolidando o nome da Rocking Riders na cena.

Com o passar dos anos, a banda evoluiu, amadureceu seu som e expandiu sua narrativa. Singles como Lex Talionis, Back In Time e Hellfire Club Blues ajudaram a construir uma identidade ainda mais sólida, onde cada lançamento funciona como uma peça dentro de um universo maior.

No centro desse universo, surge também uma figura simbólica: o Deathrider. Mais do que um mascote, ele representa o elo entre passado, presente e futuro — uma espécie de observador das histórias que a banda decide contar.

Agora, em uma nova fase, a Rocking Riders se prepara para mais um capítulo importante com o álbum Deathrider, aprofundando ainda mais seu lado conceitual e reforçando aquilo que sempre foi sua essência: transformar música em narrativa.

E é exatamente essa trajetória — construída com consistência, identidade e propósito — que a gente revisita agora.

Prepare-se…

porque a história continua.


Eddie Blaze entrevistou Luciano,  guitarrista+base e vocalista da Rocking Riders e você confere tudo aqui!

O Rocking Riders carrega uma identidade muito forte dentro do Heavy Metal nacional, unindo história, crítica social e peso em uma narrativa própria. Como o tempo passou desde a última entrevista, queremos revisitar essa trajetória — agora com novos capítulos, novas músicas e uma nova fase da banda.

A banda nasceu em 2010, com uma proposta muito clara de fazer um som pesado com identidade própria. Olhando pra trás hoje, o que mudou na essência do Rocking Riders… e o que permanece intacto?

(Luciano) O que mudou foi a experiência adquirida, tanto musical quanto pessoal, através dos anos, o que é muito bom para qualquer banda, juntamente com o surgimento de novas ideias que acrescentamos à nossa musicalidade. O peso das músicas é o principal elemento que permanece intacto na essência do Rocking Riders.

Vocês passaram por um momento importante em 2013, vencendo o Garagem Festival. Aquela conquista mudou o rumo da banda? Foi um divisor de águas?

(Luciano) O Garagem Festival foi importante, pois ele permitiu que entrássemos em um estúdio pela primeira vez para gravarmos um EP com duas músicas – The Triumphant Path Of War e Viper - que estariam no nosso primeiro álbum. Além de ser um reconhecimento para os nossos amigos e para o público que participou da “maratona” de bandas que foi o Garagem Festival, ele nos fez entender como uma banda funciona em um estúdio.

O álbum Rock In The Night (2015) foi o primeiro grande marco. Hoje, vocês enxergam esse disco como um ponto de partida ou ainda como uma referência do som da banda?

(Luciano) Rock In The Night foi o resultado de muitas músicas que tínhamos escrito, foi a vontade de ter essas músicas em um registro oficial – um CD. A importância dele para a banda é muito grande, uma vez que há músicas dele presentes nos nossos shows. Apesar de ser o nosso ponto de partida, aprendemos muito com o Rock In The Night durante o tempo.

De lá pra cá, vieram singles, demos, novos lançamentos… Como vocês enxergam a evolução sonora da banda ao longo desses anos?

(Luciano) Enxergamos com a satisfação de que estamos evoluindo e que estamos sempre em busca de aprendermos mais. Pensamos que o aprender está no fazer e que o aprendizado individual e com a banda é o combustível que nos mantém escrevendo música.

O novo álbum Deathrider marca uma nova fase da banda. O que diferencia esse trabalho do que vocês já fizeram antes?

(Luciano) O amadurecimento natural que veio com o tempo é o que diferencia Deathrider com o que fizemos anteriormente, juntamente com o line-up que temos hoje. A maturidade e experiência musical de cada um acrescentam novos elementos à sonoridade da banda sem perdermos a essência do som do Rocking Riders

Esse novo trabalho parece mais denso e conceitual. Existe uma história ou conceito central por trás dele?

(Luciano) Sim, foram fatores que aconteceram simultaneamente e que coincidentemente culminaram com nosso mais novo trabalho. História é sempre um dos assuntos abordados pelo Rocking Riders. Com isso, já tínhamos várias músicas com esse enfoque nas letras que estariam presentes no álbum posterior ao Rock In The Night como Berserkers, Nation Of The Damned e Back In Time. A criação do mascote Deathrider, com todos os elementos que ele traz, reforçou ainda mais a abordagem histórica presente em sete das onze músicas do disco. O resultado final desses acontecimentos foi o nome dado para nosso segundo trabalho: Deathrider.

As letras do Rocking Riders sempre exploraram temas como guerras, história e conflitos humanos. De onde vem essa inspiração?

(Luciano) A inspiração vem de livros, filmes e documentários sobre História. O uso dessa ciência - que estuda e narra o passado humano, analisando mudanças e suas consequências nas sociedades ao longo do tempo - é bastante evidente no Heavy Metal. O que fazemos é manter essa característica, pois acreditamos que é bastante interessante mostrar às pessoas personagens históricos e fatos relacionados á essa temática nas nossas letras.

O mascote Deathrider virou uma figura forte dentro da identidade da banda. Ele representa o quê dentro desse universo?

(Luciano) No momento, Deathrider representa bastante para a banda, uma vez que ele sintetiza o peso do nosso som e evidencia a identidade visual através do nosso mais novo álbum, que tem o nome dele. Acreditamos que ele possa ser um elemento de suma importância para a divulgação do Rocking Riders.

Vocês acreditam que o público hoje presta mais atenção nas letras ou o som ainda fala mais alto?

(Luciano) Sim. Há pessoas que dão atenção às letras, através de feedbacks sobre determinado assunto abordado nas nossas músicas. Em contrapartida, há pessoas que se deixam levar pelo som, fato esse que vemos nos nossos shows onde as pessoas performam o famoso e caracterítico “headbanging” e o “chifre do diabo”, sinal feito com as mãos, saudação do Rock e símbolo universal do Heavy Metal.

A banda já dividiu palco com nomes importantes e participou de festivais relevantes. Como vocês enxergam o cenário do metal nacional hoje?

(Luciano) Há muitas bandas boas espalhadas por todo o Brasil, e essas bandas devem ser mais divulgadas pelos meios de comunicação que conhecemos hoje. Contudo, as bandas devem levar a sério o trabalho para que as mesmas possam ganhar mais visibilidade.

O Rocking Riders é uma banda independente. Quais são os maiores desafios — e também as maiores vantagens — desse caminho?

(Luciano) Os desafios são enormes, pois ainda não é tão fácil divulgar nosso som como ele deveria ser divulgado. É o som autoral que traz reconhecimento á uma determinada cidade, estado e país. Contudo, é bastante satisfatório criar a própria música, pois a inspiração para criar um riff, uma letra, um solo de guitarra, um arranjo de baixo e uma virada ou groove de bateria só é dada para quem se propõe a escrever uma música e ter uma sonoridade original, que pertence à pessoa e à banda que ela faz parte. É uma vantagem única e uma grande motivação para todos nós.

Se vocês pudessem levar a banda para qualquer palco do mundo hoje… qual seria?

(Luciano) Aqui no Brasil seria no Bangers Open Air e no exterior seria o Wacken Open Air.

Deixem um recado para os ouvintes da Metal World Web Radio.

(Luciano) Gostaríamos de agradecer ao Eduardo pela grande oportunidade de falarmos mais uma vez sobre o Rocking Riders através dessa importante entrevista e pela chance de estarmos divulgando “Deathrider”, nosso segundo álbum. Curtam nosso som, seja através dos nossos CDs – que estão à venda – e das nossas músicas em todas as plataformas de streaming. Continuem ligados nas notícias sobre o Rock e Heavy Metal e na programação bacana demais da grande Metal World Web Radio!

⚡ BATE-BOLA RÁPIDO

🎸 Riff ou letra? Riff.

⚔️ História real ou ficção épica? História real.

🔥 Show pequeno insano ou festival gigante? Festival grande.

🍺 Antes do show: concentração ou caos? Concentração.

Passado, presente ou futuro? Presente, pois o passado não pode ser mudado, e o futuro é incerto.

👑 Uma banda que moldou vocês: Uma só é difícil de citar... Mas Black Sabbath é uma delas!

💀 Uma música do Rocking Riders que define tudo: Deathrider.

Palco dos sonhos: Wacken Open Air.

📖 Se a banda fosse um capítulo de livro, qual seria o título? “We Are One, We Are Rocking Riders!”

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Agradecemos imensamente pela atenção e pelo tempo. Será um prazer divulgar a música e a trajetória de vocês no “Bandas que Merecem o Mundo”!

e NÃO SE ESQUEÇAM...

14 HORAS,HOJE:

BANDAS QUE MERECEM O MUNDO: ROCKING RIDERS


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Saudações metálicas.


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